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Clarice Lispector

Clarice Lispector - 100 anos  Especial Saiba mais  AQUI

A Capuchinho e o Sapo

Era uma vez uma menina lindíssima que usava uma capa vermelha, daí o seu nome: Capuchinho Vermelho. Um dia, um dragão raptou-a e levou-a para o seu castelo na montanha. O tempo passou-se e, sendo Capuchinho uma jovem formosa e esbelta, o dragão apaixonou-se loucamente. por ela. Certo dia, enquanto o dragão dormia, Capuchinho fez um avião de papel com uma mensagem a pedir socorro e arremessou-o pela janela. O avião voou, mas caiu num pântano. Felizmente, um sapo encantado apanhou-o. Mal o leu,exclamou: - Irei salvar-te nem que morra!    Sem perder tempo, correu para a montanha. Enfrentou muitos perigos, mas, como tinha um bom presságio,não desistiu. Mal chegou, encontrou o dragão que lhe disse: - Então és tu que me vens desafiar? Ao que o sapo respondeu: - Não me intimidas e vou salvar a princesa! Dito isto, deu um pulo, sacou da sua espada e enfrentou o dragão. Depois, conseguiu empurrá-lo e este caiu da montanha. Capuchinho saiu do castelo, beijou o sapo e ele transformo...

Lídia Jorge - Prémio FIL / Guadalajara

AQUI – poderá acompanhar, em directo, o  vai passar, de amanhã a 6 de Dezembro, no México, naquele que é considerado o maior Festival Literário do Mundo. Amanhã, dia 28, às 18h00: cerimónia de entrega a Lídia Jorge do Prémio da Feira Internacional do Livro de Guadalajara. Segunda-feira, dia 30, às 19h00: sessão “Mil Jovens com Lídia Jorge” com a presença da escritora portuguesa e do escritor mexicano Benito Taibo. Sexta-feira, dia 4 de Dezembro, às 20h00: participação de Lídia Jorge no encontro Internacional de Contistas ao lado do escritor guatemalteco Eduardo Halfon de quem a Dom Quixote publicará em breve o romance Luto.

As pessoas são histórias

  A nossa vida é feita de histórias singulares que carregamos connosco e nos ligam aos outros. Histórias que nos marcam para sempre.  Os alunos do 6.º ano da Neves Júnior foram conhecer as histórias de familiares e amigos.  Aqui ficam algumas dessas entrevistas.

Entrevista à minha mãe

Entrevistei a minha mãe, a professora Sílvia Quinteiro, e conversámos sobre o trabalho que ela faz no LIT&TOUR. Mãe, trabalhas muito no LIT&TOUR. Podes explicar-me o que é esse projeto? É um projeto em que participam vários investigadores que estudam a relação entre a literatura e o turismo. Por exemplo, como é que os turistas são descritos no livros e como é que alguns livros levam as pessoas a viajar para ir aos lugares descritos.    Há quanto tempo existe esse grupo? Desde 2012. Há oito anos, portanto.   Quantas pessoas fazem parte desse grupo? Somos 16 pessoas, de cinco países diferentes. Mas, às vezes, convidamos outros investigadores durante algum tempo. Por exemplo, na Rota Literária do Algarve, temos a ajuda de mais cerca de vinte colegas.   O que é a Rota Literária do Algarve? São 16 passeios, inspirados em obras ou em escritores, que estamos a construir para todo o Algarve e que vão ser gratuitos.   Como é que podemos fazer esses passeios? A pa...

Entrevista ao pai

Os nossos tempos livres devem ser aproveitados da melhor forma.  Fui saber junto do meu pai de que forma ele gosta de ocupar os seus tempos livres.   O que gostas de fazer nos tempos livres? Uma das coisas que mais gosto de fazer nos tempos livres é ir pescar.   Como surgiu esse gosto pela pesca? Ainda pequeno, no verão, comecei a pescar com familiares e desde aí ficou uma grande paixão pela pesca.   Quer dizer então que pescas desde pequeno? Quando iniciei a minha atividade profissional e depois constituí família, tive muitos anos sem pescar devido à falta de tempo para o fazer.   Então quando é que conseguiste voltar a pescar com mais frequência? Quando tomei a decisão de trabalhar por conta própria, consegui gerir melhor os meus tempos livres e assim retomar uma prática de que gostava, que era pescar.   Do que gostas mais na pesca? É o  contacto com a natureza, o assistir ao nascer e ao pôr do sol e da lua, no silêncio, e a calma que a pesca nos dá....

António Guerreiro, um avô destemido

Aos 80 anos, António Guerreiro, o meu avô paterno, conta a aventura de ter emigrado em busca de um futuro melhor.   Avô, a tua vida profissional foi fora de Portugal. O que te levou a emigrar? Em Portugal, ganhava pouco e decidi procurar uma oportunidade de ter uma vida e um futuro melhor.   Em que ano emigraste e com que idade? Em 1964. Tinha 24 anos.   Onde estiveste e como foi a escolha de ires para esse país? Estive na Alemanha. Em Herolzberg, muito perto de Nuremberga. Inscrevi-me em três países com possibilidade para emigrar e a Alemanha foi a que se proporcionou em primeiro lugar.   Gostaste de lá viver e trabalhar? O que fazias? Gostei de lá viver e gostei do trabalhar lá também. Tive várias funções na mesma fábrica de produção de papel.   De que menos gostaste na Alemanha? Da comida. Da falta de sol… e da neve, que era bonita de se ver, mas dava muito trabalho no dia a dia.   Sei que regressaste a Portugal.  Q...